#Palavras do Pai

Igreja de Cristo?

Paz. Já vou avisando que esse post tá um pouco grandinho por causa dos versículos, mas leiam, vale a pena :)

Primeiro, assistam essa ministração. Embora eu já o tenha feito diversas vezes,  hoje em específico ela falou muito comigo enquanto eu estava à caminho da faculdade. É grandinho, mas eu sei que vocês podem assistir (:

“Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos; E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal. De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida. E temos, portanto, o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos.

Sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará convosco. Porque tudo isto é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus. Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.” 2 Coríntios 4:8-18

Esses versículos já falam muito por si só. Nós, cristãos, devemos levar vida aos outros. Em tempo é fora de tempo devemos estar preparados pra falar do Seu amor. Morrer pra gerar vida em outros é nosso dever! Não digo morte física literalmente, mas morte da nossa carne, dos nossos desejos que não procedem de Deus. Se não fosse a morte do Cordeiro, nós não teríamos vida. O cristão precisa viver a morte que gera vida.

Em Coríntios Paulo fala sobre “leve e momentânea tribulação”. COMO? Eles eram presos, perseguidos, sofriam muito por pregar o evangelho. E nós, aqui no Brasil? Não sofremos “nada” por isso e mesmo assim tem um monte de gente de ‘mimimi’ por aí. As tribulações deles por isso eram muito maiores do que as nossas e ele chamava de “leve e momentânea.” Sejamos imitadores dele, realmente (:

Parece uma reclamação repetida mas tornou-se uma crítica comum: a Igreja de hoje não prega a morte da carne e nem a vinda de Jesus. A Igreja de hoje prega a benção, a prosperidade, a vitória. Não rejeito isso nem duvido do poder que Ele tem nos abençoar materialmente, mas duvido que o objetivo dEle em fazer isso seja de gerar soberba no seu coração, inchar seu ego ou fazer com que você humilhe o seu próximo. Qual é o foco? Não deveria ser alcançar almas através do verdadeiro evangelho?

Porque é tão difícil hoje em dia ouvir sermões alertando-nos sobre a importância de crucificar o nosso eu, fazer o Ide ou nos mantermos vigilantes para quando Cristo vier resgatar a Sua Noiva? Simples: A igreja que deveria ser dEle tem se tornado ‘muito a muito’ do homem. Há pregação de todo tipo, mas poucos pregam a cruz – exceto em dia de páscoa, ou de santa ceia, né? Dia “especial” as pessoas pregam, falam, mas na semana seguinte voltam a rotina da “papinha espiritual”. Prega-se o que está na moda mas não prega-se o que está na Palavra. Há o alerta sobre o que é errado mas não o ensinamento da importância de fazer o que agrada a Ele. Os cristãos tem medo de Apocalipse, mas amam – mesmo que repetidas vezes – pregações e campanhas para alcançar a benção.

A Igreja tem virado evento/comércio/encontro mas se esqueceu de ser casa de oração. Não discordo de eventos para comunhão, mas reclamo pela falta de eventos para evangelismo ou cujo foco seja o de salvar vidas. 

Que Noiva é essa que o meu Jesus encontrará? Eu quero fazer parte da Igreja que se revolta sim e critica as teologias heréticas desse século, mas que acima de tudo, age para gerar  mudanças.

“Existe algo de muito errado em meio aquilo que chamamos de evangelho do reino de Deus” Existe sim, muitas coisas. Oro pelo dia em que a Igreja se tornará, realmente, ‘de Cristo’.

(Isadora Bersot)

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