#Palavras do Pai

Vida após a morte

Se você é crente, ou possui alguma religião cristã, creio que essa afirmação englobe a sua vida: Todo cristão deseja ter um encontro face a face com Deus.

Essa é a maior promessa e é o desejo que deve mover o coração de todos aqueles que esperam por Ele. Biblicamente falando, ninguém jamais viu a face de Deus! Seria muita glória para seres humanos, como nós. A face de Deus é um segredo que só nos será revelado na eternidade.

morrer Em Atos 7:55-60 diz o seguinte:
Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, levantou os olhos para o céu e viu a glória de Deus, e Jesus de pé, à direita de Deus, e disse: “Vejo o céu aberto e o Filho do homem de pé, à direita de Deus”. Mas eles taparam os ouvidos e, gritando bem alto, lançaram-se todos juntos contra ele, arrastaram-no para fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas deixaram seus mantos aos pés de um jovem chamado Saulo. Enquanto apedrejavam Estêvão, este orava: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito”. Então caiu de joelhos e bradou: “Senhor, não os consideres culpados deste pecado”. E, dizendo isso, adormeceu.

 

Que visão maravilhosa! Em toda a história de vida de Estevão, somente poucos momentos antes de morrer é que ele pôde experimentar o quão gloriosa é a imagem de Jesus a destra do Pai. O versículo nos garante que ele viu Sua glória (Deus), mas não sua face. Quantos de nós temos em mente, a firme ideia de que para termos um encontro com Deus, literalmente face a face, precisamos primeiro ser encontrados pela morte? Existe uma música do Pregador Luo que diz: “Eu olho a morte com carinho e não com medo, afinal ela é a ponte que me levará à eternidade” Quantos de nós poderíamos cantar com verdade esse trecho?

Vivemos um tempo onde o evangelho no Brasil é difundido com mais intensidade, mas tornou-se raso, frágil, onde qualquer brisa mais forte é capaz de tirar crentes do caminho da vida, que talvez leve a morte.

Brennan Manning escreveu: “A cruz é tanto o teste quanto o destino de um seguidor de Cristo”.
A cruz tipifica a morte, o sofrimento. Esse é o destino final do caminho que decidimos percorrer por amor a Ele. Hoje existem mais mártires do que na época dos heróis da fé, sabia? São pessoas anônimas que não almejam reconhecimento, grandes ministérios, sucesso, fama ou dinheiro. São pessoas cujo amor e fé em Deus são tão intensos, ao ponto de nos constranger, pois sua maior ambição é o céu!

Que o nosso anseio por encontra-lo seja tão grande ao ponto de nosso amor por Ele lançar fora todo medo de perder nossa vida, pois Ele nos afirma que “quem perde a sua vida, achá-la-á”.

Só se encontra a Vida após a morte.

Arriscar a vida por Cristo não é risco, é acerto.
Pregar o Evangelho não é mandamento, é prazer.
Morrer pelo Seu nome não é sacrifício, é honra.

(Isadora Bersot)

 

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