#Palavras do Pai

Pobre e nu #81

Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver.
Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te?
E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. Mateus 25:35-40

 

Hoje muito se espera honrarias públicas por suas boas obras. Não basta ser bom, criou-se a necessidade de mostrar ser bom. Não basta fazer uma boa ação, é necessário provar que a fez. Atos de justiça já não valem por si só. Bondade sem postagem é vão. 

Somos pressionados de todos os lados para nos tornarmos conforme dita o mundo, mas nós não somos daqui! Somos cidadãos dos céus e temos a eternidade plantada nos nossos corações.

Há lutas desse tempo que não seriam lutas caso não fôssemos pressionados. Não seria uma luta contra o nosso ego falar das nossas bem-feituras se o mundo não incentivasse a popularidade como meta. A humanidade cria monstros que não precisaríamos enfrentar. 

O que eu acho mais lindo e confrontador de todo esse texto é que os justos lhe perguntaram quando o vestiram, o deram de comer, o hospedaram… Eles não fizeram porque seriam reconhecidos! Eles não fizeram porque teriam algum tipo de lucro! Eles fizeram porque isso era da índole e coração deles. Quantos de nós estaremos no grande dia sendo reconhecidos como os justos que Jesus mencionou? 

Se não houvesse recompensa eterna pelas suas obras e fé (E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, uma incorruptível. 1 Co 9:25), você conseguiria agir como verdadeiro cristão?

Jesus ainda está nas ruas, dentro das celas, debaixo das pontes, passando fome, sede e frio, sem ter onde repousar sua cabeça, doente e nu; enquanto nós estamos vestidos, saudáveis e bem acomodados dentro de nossas próprias casas. Quando sairemos do nosso conforto e, se necessário, nos transformaremos no Jesus que sofre e padece esperando o auxílio dos justos? Se devemos ser como Ele, quem afirmará que estes males não nos atingirão?

Mais do que ser encontrado e conhecido na esfera espiritual, Jesus anseia pelo nosso abraço físico através de nossos irmãos. Prossigamos em conhecê-Lo nesta terra e reconhecê-Lo entre os homens.

(Isadora Bersot)

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