#Palavras do Pai

Batalhas travadas #84

Compartilhar o que temos e somos é muito mais importante do que conquistarmos coisas sozinhos. Ninguém vai muito longe assim – ou vai, incompleto e infeliz.

Eu não sei em que momento enfiaram na nossa cabeça que deveríamos lutar por uma carreira, um nome ou um título (eclesiástico, político, familiar). Não sei também quem nos tornou tão importantes para que tornássemos públicas as nossas rotinas, sonhos e preocupaçoes. 

Perder afetos, a própria vida e mesmo o equilíbrio são prejuízos significativos demais! Ainda somos culpados.

Que tipo de lucro existe em ganhar a vida e perder a alma?

A luta pela mudança permanece constante, pra que, de alguma forma, os preceitos eternos sejam trazidos não somente à nossa mente, mas ao coração.

Entregar-se voluntariamente ao se permitir ser útil, amigo e consolo na vida do outro, independente de quem seja, onde esteja, do que fez ou sofreu, é alegria indizível! Que disto (!), nunca sejamos saciados.

(Isadora Bersot)

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