#Palavras do Pai

“Eu achei o tesouro escondido que procurava”  #150

“Outrossim o reino dos céus é semelhante ao homem, negociante, que busca boas pérolas; E, encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e comprou-a.” Mateus 13:45,46

Se tem uma coisa que não pode ser comprada, nem por todo dinheiro do mundo, é o Reino dos céus. Lembra que já tentaram fazer isso algumas vezes, através da venda de indulgências e até mesmo de “casas celestiais”?

As parábolas são meios simples para entender lições complexas. Não é fácil falar sobre o Reino, mas é fácil usar exemplos cotidianos em pequenas comparações que produzam entendimento. Enquanto vivemos na terra, acho que nunca entenderemos completamente as profundidades bíblicas, porque já estamos imersos numa vida humana; mas através delas, podemos provar o que são e do que se tratam.

Ainda que a gente se confunda e se iluda com pequenos objetivos conquistados, a realidade é que nunca seremos satisfeitos. A cada conquista, criamos mais metas para cumprir, mais sonhos pra realizar. Nossa vida pode acabar se tornando uma lista infindável de frustrações.

Voltando ao evangelho de Mateus, somos como negociantes peregrinando nesse vasto mundo, em busca de riqueza, saciedade, prazer e/ou felicidade. Pense na maior e mais difícil coisa que você gostaria de receber na vida? Qual seria a sua maior alegria? Depois disso, pondere: o que você seria capaz de fazer pra alcançar? É disso que Jesus fala nessa parábola. Ele é a pérola preciosa. E o Reino que o Tem como protagonista, vale mais que o mundo todo!

O homem citado vendeu tudo que tinha a fim de adquirir para si aquela pedra valiosa. Ele pode ter ficado sem nada, mas agora tinha o que era pra si mais importante. As outras coisas não tinham mais valor diante daquela pérola. O que faríamos no lugar de Jesus no episódio narrado em Mateus 4 a respeito de sua tentação no deserto? Se nos colocassem em cima do mais alto lugar, diante de todos os reinos desse mundo, rejeitaríamos a ideia de conquistá-los, sem pestanejar, considerando que já temos o que importa? Seríamos capazes de largar salário, influência, sustento, fama, nossas ambições maquiadas de “propósitos divinos”?   

Perder tudo pra conquistar o Reino nunca será prejuízo. Prejuízo é ter tudo sem Ele.

OuçamEPIFANIA (Trechos baseados em Mateus 13:44)

(Isadora Bersot)

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