Rascunhos antigos

Servos inúteis #151

Num dos posts passados (aqui) eu falei um pouco sobre nosso “esforço para agradar o Pai” e hoje eu queria falar um pouco mais sobre isso.

Pois bem, na Palavra de Deus podemos ver inúmeros casos de servos dEle que receberam a ordem divina de se esforçarem. Deus mandou Josué se esforçar e ter bom ânimo. A mulher do fluxo de sangue esforçou-se para tocar a orla do manto de Jesus. O cego esforçou-se aos berros pedindo misericórdia ao Filho de Davi. Entre tantos outros casos, a cura, o milagre ou o cumprimento de alguma promessa foi realizado através de esforço (e claro, principalmente pelo poder de Deus!).

O esforço pessoal é uma característica de todo servo de Deus. Sim, ele vale de algo e é até necessário para se chegar ao Reino dos céus (Mateus 11:12). Maaas, tem um porém: ele não deve ser motivo de glória.

‘Super crentes’ se orgulham por aquilo que fazem, e não se permitem dar glórias ao que é Digno. Embora nos esforcemos, e embora nosso esforço gere resultados, devemos considerá-lo como nada. Isso por que? Porque mesmo que vivamos uma vida de “penúria”, nada do que façamos compensa aquilo que já recebemos do Senhor: a salvação. Somos servos inúteis.

 Mais do que isso, considero tudo como perda, comparado com a suprema grandeza do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por cuja causa perdi todas as coisas. Eu as considero como esterco para poder ganhar a Cristo. Filipenses 3:8

“Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer.” Lucas 17:10

Outra versão diz: “‘Somos servos inúteis; apenas cumprimos o nosso dever”

Nós fazemos aquilo que a Bíblia nos ordena, seguimos as direções de Deus. Não temos bons planos ou boas ideias sem o Deus de toda inspiração. Não temos sucesso em alguma área da vida porque somos bons, mas porque Ele é bom! Mesmo se fosse possível fazer tudo aquilo que somos direcionados/ ordenados/ aconselhados a fazer, continuaríamos sendo servos inúteis, pois fazemos somente aquilo que nos é mandado. E por Deus ser onisciente, mesmo que tentássemos surpreendê-lO, não conseguiríamos.

Nosso esforço é vão se fazemos para receber/merecer o amor do Pai. Mas Ele é válido como forma de agradecimento por tudo que Ele fez, faz, e fará, embora tampouco mereçamos.

(Isadora Bersot) 

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