#Palavras do Pai

Ranço generalizado? (18/02/20) #252

(Este texto foi escrito e postado em fevereiro/2020. Acabo de trazer para cá porque creio que a reflexão seja importante!)

Segue abaixo o texto ao qual me refiro para escrever o que escrevi. Leia:

Foto 2

Queridos crentes, ex-crentes, cristãos, desviados, ex-companheiros de igreja e afins…

Vi uma centena de compartilhamentos dessa postagem por hoje. Vou ser rápida: compreendo o ranço e participo dele em alguma medida, mas tenho como base de fé a Escritura. O que ela diz? Que devemos AMAR nossos inimigos, ORAR pelos que nos perseguem, VENCER o mal com o BEM: são palavras de JESUS. É fácil? Não. Mas é o que nos é ensinado.

O que quero dizer com isso? Que o sentimento efusivo não tem fundamento? Pelo contrário, tem sim! E muito! Mas não é fazendo germinar o ódio contra o próximo que a gente vai sanar os problemas revelados nas/pelas instituições evangélicas nas últimas eleições.

Repito o que citei aqui ontem, uma fala do Riobaldo (do livro “Grande sertão veredas”): ira, rancor, falta de perdão e ranço sendo regado não vai ajudar ninguém e ainda vai nos ferir mais! Primeiro, porque não podemos mudar o coração de gente mal caráter (não que esse represente 100% dos casos, ok?); segundo, porque justificar nossa raiva com o “pecado” do outro pode revelar nosso orgulho FARISAICO (absolutamente criticado por Cristo!!!) — somos melhores que os “publicanos” porque não votamos no “presidente da 5° série”? Não. Não somos. Em alguma medida, é óbvio que há discrepâncias graves entre nós, mas, como Jesus afirmou: há apenas UM bom, e esse é Deus.

Somos pó. Carentes da misericórdia do Senhor. Necessitados da Graça. Assim como aqueles que criticamos e julgamos (até mesmo quando temos razão!).

Cuidemos do nosso coração. Controlemos nossas emoções.
Equilibremos nossas palavras e nosso espírito. Leiamos a Bíblia e busquemos segui-la. Sejamos sinceros com Deus. Não usemos os males evangélicos para justificarmos nossa distância da igreja e do corpo de Cristo. Sejamos santos como Ele. É o que precisamos.

(Isadora Bersot)

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